Na Flica, influenciadora Laiane Beberes defende autenticidade nas redes sociais e alerta para uso da inteligência artificial

Foto: Divulgação
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A influenciadora e maquiadora Laiane Beberes destacou a responsabilidade na produção de conteúdo para as redes sociais e os desafios de preservar a autenticidade em meio à crescente utilização de ferramentas de inteligência artificial. Os temas foram abordados durante sua participação na Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), na roda de conversa Geração Flica, realizada no Cine Teatro Cachoeirano.

Em entrevista exclusiva ao Política ao Ponto, Laiane afirmou que o crescimento nas plataformas digitais exige preparo psicológico para lidar com as pressões externas e evitar mudanças no conteúdo motivadas pela influência de terceiros. Segundo ela, a atuação nas redes envolve responsabilidade com o público que acompanha suas publicações.

“Estar nas redes sociais para mim é uma responsabilidade, porque eu estou falando para outras pessoas. Entender isso para mim já é o fundamental. E também continuar sendo essa pessoa autêntica, porque se você não tiver uma cabeça boa, você realmente acaba se influenciando e trazendo coisas que você não quer dentro do seu perfil”, afirmou.

A influenciadora também comentou os impactos da inteligência artificial na produção de conteúdo. Para ela, as ferramentas podem contribuir para aprimorar o trabalho de quem já possui conhecimento na área, mas alertou para o risco de repetição e padronização entre os criadores que não sabem utilizar os recursos.

“A inteligência artificial chega para quem sabe usar, para aprimorar as pessoas que criam esse conteúdo. Para quem não sabe, torna aquela pessoa mais uma pessoa que vai continuar fazendo sempre o mesmo”, avaliou.

Estreante na programação oficial da Flica, Laiane também comemorou a recepção do público durante o evento e destacou a importância do contato presencial com os seguidores. A criadora de conteúdo ressaltou que a experiência permite aproximar quem produz conteúdo digital das pessoas que acompanham seu trabalho pelas telas.

“Foi muito bacana, me diverti horrores, me senti em casa. Eu acho que é interessante ter esse contato com o público, porque a gente fica ali na tela, e ter esse contato mais presente é muito bacana. Estar aqui foi muito massa”, disse.

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