João Roma diz que eleitor baiano está esperando “hora certa” para reagir ao PT

Foto: Divulgação
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O candidato ao Senado e presidente do PL na Bahia, João Roma, afirmou nesta quinta-feira (10) que sua candidatura apresenta crescimento nas pesquisas eleitorais e declarou que os baianos estariam esperando “a hora certa” para dar uma resposta nas urnas ao grupo político que governa o estado há 20 anos. A declaração foi dada durante entrevista à Rádio Alvorada FM, de Guanambi.

Ao comentar os levantamentos mais recentes, Roma afirmou que a evolução dos números ao longo da campanha deve ser considerada, além da posição individual de cada candidato. Ele citou a Paraná Pesquisas e avaliou que a sequência dos levantamentos aponta para uma redução da distância em relação aos adversários.

“Quando você olhava para as últimas três pesquisas, na verdade, a diferença tinha diminuído demais. O que, numa fotografia, parecia ser um dado negativo na nossa caminhada, na verdade até me estimulou, porque você via que havia uma curva”, afirmou.

Roma também disse que a tendência pode ficar mais evidente com o avanço da campanha e com o aumento da atenção dos eleitores para a disputa. Segundo o candidato, a propaganda eleitoral no rádio e na televisão começou recentemente, enquanto parte da população ainda estaria conhecendo os candidatos e definindo os votos para o Senado.

O ex-ministro também relacionou o cenário eleitoral ao que classificou como desgaste do grupo político do PT após duas décadas no comando do governo baiano. Segundo Roma, os eleitores estariam comparando as promessas apresentadas ao longo desse período com os resultados entregues.

“Fizeram muitas promessas que não foram realizadas. São 20 anos de bonitas propagandas no período eleitoral, mas eles não entregaram. Tentam fazer o baiano de besta. Eu sei que o cidadão baiano tem muita sabedoria e está esperando a hora certa para dar resposta a essas pessoas que lhe decepcionaram”, declarou.

Roma afirmou ainda que considera a eleição uma decisão sobre os próximos anos da Bahia e do Brasil. “Não é uma guerra de torcida, não é uma partida de futebol. Estamos falando sobre o futuro da Bahia e o futuro do Brasil”, disse.

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