presidente da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Henrique Carballal, reuniu-se com a alta liderança da mineradora global CMOC para alinhar as diretrizes de sustentabilidade operacional no interior do estado. A comitiva da multinacional, que assumiu o controle das operações da mina e da planta de processamento de ouro situadas em terras de propriedade da estatal baiana no município de Santaluz, no território do Sisal, foi recebida na sede da autarquia, em Salvador.
O encontro estratégico teve como foco central a incorporação rigorosa dos pilares da agenda ESG (Ambiental, Social e Governança, na sigla em inglês) no cronograma de extração e beneficiamento do metal precioso. Carballal, acompanhado pelo vice-presidente da CBPM, Carlos Borel, discutiu com os executivos mecanismos para mitigar os impactos ambientais na região, potencializar a contratação e a capacitação da mão de obra local e garantir a transparência regulatória.
A mesa de discussões contou com uma comitiva de peso da CMOC, liderada pelo CEO da companhia, Li Feng; o diretor de Serviços Técnicos e Gestão de Produção, Sandro Magalhães; a diretora interina de Relações Institucionais e Sustentabilidade, Giselle Oliveira; o gerente adjunto de Gestão, Huang Wei Min; e o gerente jurídico, Leonardo Gandara. Para a CBPM, o estreitamento de laços com o grupo global assegura que a exploração do ouro em Santaluz sirva como vetor de desenvolvimento socioeconômico com responsabilidade socioambiental.
"Recebemos, nesta segunda-feira (6), na CBPM, uma comitiva da mineradora CMOC, que assumiu as operações da mina e planta de processamento de ouro instaladas em área da Companhia, no município de Santaluz. Tratamos do alinhamento do projeto de produção de ouro em Santaluz aos pilares da agenda ESG. Nosso compromisso hoje é assegurar que o empreendimento esteja pautado pelas melhores práticas ambientais, sociais e de governança", afirmou Henrique Carballal.