“Discussão sobre escala 6x1 não pode ser feita às pressas", diz vice-presidente da ACB

Foto: Divulgação
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O vice-presidente da Associação Comercial da Bahia, Paulo Cavalcante, defendeu cautela e aprofundamento técnico no debate sobre o fim da escala 6x1 durante reunião realizada nesta segunda-feira (11), na sede da entidade, em Salvador. O encontro contou com a presença do deputado federal Léo Prates, relator das discussões sobre a proposta na Câmara.

Ao Classe Política, Cavalcante afirmou que a intenção da ACB foi reunir representantes do setor produtivo para avaliar os impactos econômicos e sociais da medida antes de qualquer definição legislativa.

“O problema são as pressas, são as particularidades, são exatamente os ganhos. Qual vai ser o impacto na geladeira do povo brasileiro?”, questionou.

Segundo o dirigente, cerca de 20 presidentes de entidades ligadas ao setor produtivo participaram da discussão, que buscou levantar preocupações relacionadas à informalidade, desemprego, produtividade e aos diferentes modelos de atividade econômica.

“A gente precisa discutir a informalidade, o desemprego, o assistencialismo e as particularidades de cada sindicato e de cada atividade”, declarou.

Paulo Cavalcante ressaltou ainda que a entidade não se posiciona contra o debate sobre melhores condições de trabalho, mas defendeu que as mudanças ocorram de maneira responsável e sem polarização política.

“Dignidade humana vai ser discutida em qualquer momento, em qualquer civilização. O que defendemos é que isso seja visto tecnicamente, de forma produtiva, para trazer enriquecimento e produtividade ao país”, afirmou.

O dirigente classificou a reunião como “muito proveitosa” e destacou o papel histórico da Associação Comercial da Bahia como espaço de diálogo sobre temas relevantes para o desenvolvimento econômico nacional.

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