Bruno Reis destaca investimento de R$ 43 milhões em policlínica e afirma que unidade ajudará a reduzir filas de consultas e exames

Foto: Divulgação
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O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), destacou o investimento previsto para a construção da nova Policlínica Municipal e afirmou que o equipamento será fundamental para ampliar a oferta de consultas especializadas e exames, contribuindo para reduzir a demanda reprimida na rede pública de saúde.

Segundo o prefeito, o empreendimento contará com investimentos de aproximadamente R$ 43 milhões entre obras, equipamentos e desapropriações. Além disso, a unidade terá um custo anual de cerca de R$ 36 milhões para manutenção e funcionamento.

“Aqui serão investidos, entre obra, equipamento e desapropriação, algo em torno de R$ 43 milhões. Depois são investimentos de R$ 36 milhões por ano para este grande equipamento.”

Bruno Reis ressaltou que a policlínica terá cerca de 4 mil metros quadrados de área construída e capacidade para atender mais de 40 mil pessoas por mês em diversas especialidades médicas.

“É uma área de quase 4 mil metros, onde serão atendidas mensalmente mais de 40 mil pessoas, em diversas especialidades médicas.”

De acordo com o prefeito, o principal objetivo da nova estrutura é reduzir as filas por consultas especializadas e exames, fortalecendo a rede municipal de saúde.

“Essa policlínica é para ajudar a zerar a fila das consultas especializadas e também a fila dos exames.”

O gestor destacou ainda os avanços da capital na atenção básica e explicou que a ampliação desse atendimento aumenta a necessidade de oferta de serviços de média complexidade.

“Salvador avançou muito na atenção básica. Chegamos praticamente à universalização, que é o que preconiza o Ministério da Saúde. Naturalmente, isso gera a demanda por médicos especialistas e por exames.”

Segundo Bruno Reis, a nova policlínica fará parte da estratégia de integração da rede municipal, permitindo que o paciente percorra todas as etapas do atendimento, desde a atenção básica até procedimentos de alta complexidade, quando necessário.

“Com isso, a gente vai fechando todo o processo, desde o atendimento na atenção básica, passando pela média complexidade e chegando à alta complexidade, caso o paciente necessite de alguma intervenção cirúrgica ou de um procedimento mais especializado.”

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