Alvo da Compliance Zero, Jaques Wagner abre o jogo sobre dinheiro encontrado pela PF em sua residência: "Estou absolutamente tranquilo"

Foto: Divulgação
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O senador Jaques Wagner (PT-BA) justificou a origem do montante em moeda estrangeira apreendido em seu cofre pelas equipes da Polícia Federal (PF), no âmbito da Operação Compliance Zero, nesta quinta-feira (18). O político explicou que os valores são lícitos, fruto de economias acumuladas ao longo de suas diversas missões oficiais e viagens particulares realizadas ao exterior.

"Recebi de diárias aproximadamente 70 mil dólares. E outras vezes que eu fui viajar, eu comprei via Banco do Brasil", detalhou o parlamentar em entrevista à BandNews. Ele esclareceu que parte das notas estava guardada em envelopes timbrados do próprio Senado Federal, formato utilizado pela instituição para o pagamento de diárias de viagens em espécie aos parlamentares.

Wagner alegou guardar o dinheiro em casa por praticidade, já que costuma utilizar cartões de crédito no exterior e os valores em espécie sobram para as viagens seguintes. Ele asseverou que todos os seus bens e recursos financeiros estão devidamente escriturados e declarados em seu Imposto de Renda.

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