Ao responder sobre questionamentos a respeito da definição de candidaturas na base governista — incluindo o bloqueio de nomes pela Federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV), a exemplo do vereador André Fraga, e casos sob análise da Justiça Eleitoral —, o governador e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), demarcou a separação entre suas atribuições no Executivo e as decisões partidárias.
O gestor estadual enfatizou que a condução das composições de chapas e eventuais litígios judiciais cabe às direções das legendas e às instâncias competentes da Justiça.
"A Federação decidiu; eu não posso falar pela Federação. Eu sou governador. Os líderes partidários vão responder o comportamento frente a qualquer tipo de candidatura", declarou Jerônimo Rodrigues.
O candidato também comentou a existência de casos judicializados envolvendo correligionários e aliados, reforçando a autonomia das instituições.
"E se tiver algum outro caso, como é o caso de Binho, é da Justiça. Então eu, enquanto governador, estou tocando o meu barco, fazendo o melhor que eu posso pela Bahia", concluiu.