Ao comentar a proposta de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) apresentada pelo Ministério Público para a área de segurança, o presidente da UPB, Wilson Cardoso, alertou para a necessidade de "sensibilidade institucional".
Embora considere o instrumento válido, o gestor pontuou que o cumprimento das metas depende diretamente de assistência técnica e financiamento por parte dos entes federativos.
"O que se espera é equilíbrio: compromisso com viabilidade, exigência com suporte e integração com corresponsabilidade", declarou Cardoso.
O presidente da UPB reforçou que os TACs devem respeitar as diferentes realidades locais, garantindo que os municípios tenham condições reais de execução antes de serem submetidos a cobranças rígidas.