Em entrevista a uma rádio Baiana FM, nesta quarta-feira,12, o prefeito Bruno Reis (União Brasil) criticou o legado deixado pelos governos do PT na capital baiana e afirmou que a atuação da sigla na área da saúde foi insuficiente. Segundo ele, a capital baiana tinha apenas uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e 18% de cobertura da atenção básica.
Ainda conforme afirmou, foi na gestão dele e de seu antecessor que Salvador passou a ter uma estrutura municipal de saúde foi ampliada, com a criação de novas unidades de urgência e emergência e a expansão dos serviços básicos.
“Quando o Neto chegou, Salvador nunca teve um hospital próprio. Neto construiu o hospital municipal. Eu construí o hospital do homem, que também atende as mulheres. Construí a maternidade com o hospital da criança. Exceto o hospital municipal, que na época Neto conseguiu com o então presidente Michel Temer que ele assumisse 40% da despesa, todos os outros hospitais são mantidos com 100% do dinheiro da prefeitura do cidadão soteropolitano” declarou o prefeito.
O prefeito afirmou que, desde então, a estrutura municipal de saúde foi ampliada, com a criação de novas unidades de urgência e emergência e a expansão dos serviços básicos. “Você sabe por que não tem mais paciente na porta do HGE, do Hospital Roberto Santos, aguardando nas macas, nos corredores? Porque agora vão nas nossas UPAs e estão lá internados aguardando regulação”, declarou.
O prefeito ainda rebateu as falas do ex-ministro Rui Costa (PT) e afirmou que o único legado do PT na capital baiana foi o assassinato de Neylton Silveira, que ocorreu em 6 de janeiro de 2007, nas dependências da Secretaria Municipal da Saúde (SMS).
“Eu quero desafiar o ex-governador para discutir qualquer área, comparar todas as áreas da Prefeitura com o governo do Estado, depois de 20 anos de governo do PT [...] Hoje não tem uma unidade de 24 horas que funciona de domingo a domingo, atendendo o regime de urgência e emergência. O único legado do PT na cidade de Salvador foi o assassinato de Neylton, que até hoje nunca foi esclarecido”, disse.