O ex-ministro da Cidadania e pré-candidato ao Senado Federal, João Roma, afirmou nesta quinta-feira (2), durante as comemorações do 2 de Julho, no Largo da Lapinha, em Salvador, que não há pressão interna no seu grupo político em relação a apoios eleitorais no cenário nacional e estadual.
Ao ser questionado sobre articulações políticas envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e possíveis alinhamentos na base de oposição na Bahia, Roma afirmou que o processo ocorre de forma natural dentro do campo político.
“Não há pressão nenhuma. O que há é um sentimento comum de que nós temos que mudar a Bahia”, declarou.
O pré-candidato voltou a criticar a gestão do Partido dos Trabalhadores no estado, afirmando que há uma discrepância entre promessas eleitorais e resultados entregues à população ao longo dos últimos anos.
“O povo baiano sabe muito bem que são 20 anos de bonitas propagandas no período eleitoral, 20 anos de muita promessa, mas o PT infelizmente não entrega o que promete. Fala e cuida dos mais pobres, mas a prática política é justamente o contrário”, afirmou.
João Roma defendeu ainda que o próximo ciclo eleitoral seja marcado por maior unidade entre grupos de oposição no estado.
“Então é fundamental que nesse ano de 2026 o povo baiano consiga se unir e ver essa possibilidade de mudança”, disse.