O presidente do PL na Bahia, João Roma, afirmou que a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) trabalha para ampliar a votação do candidato no estado no segundo turno da eleição presidencial, mas sem estabelecer um percentual específico como objetivo. Em entrevista à CBN Salvador, nesta sexta-feira (9), o dirigente defendeu a mobilização dos eleitores e apresentou propostas que, segundo ele, devem orientar a campanha até a votação de 25 de outubro.
“Não fazemos campanha atrelados a metas numéricas. Trabalhamos com mobilização direta, esclarecimento das propostas e combate às distorções lançadas pelos adversários”, declarou Roma.
O dirigente também citou como prioridades a redução de impostos, a atração de investimentos e a segurança jurídica para os trabalhadores. As declarações foram feitas após Flávio registrar cerca de 28% dos votos válidos na Bahia no primeiro turno.
Roma vê possibilidade de ampliar votação
Ao comentar o cenário eleitoral baiano, Roma argumentou que há espaço para aumentar o número de votos recebidos pelo candidato do PL. Para sustentar sua avaliação, mencionou o comportamento do eleitorado conservador e moderado no segundo turno da eleição presidencial de 2022.
“A Bahia possui um território com dimensão de país europeu e um povo trabalhador. O eleitorado conservador e moderado cresceu no segundo turno de 2022, e tenho convicção de que Flávio Bolsonaro seguirá essa mesma trajetória e ampliará significativamente sua votação nas urnas do dia 25 de outubro”, afirmou.
A declaração representa a expectativa do presidente estadual do PL para a campanha. Roma, porém, não apresentou uma projeção numérica para a votação de Flávio na Bahia.
Campanha aposta em mobilização e propostas
Segundo Roma, a estratégia da campanha inclui contato direto com os eleitores e divulgação das propostas do candidato. O dirigente destacou temas econômicos e relacionados à segurança jurídica como parte da mensagem que pretende levar ao eleitorado.
O segundo turno presidencial está marcado para 25 de outubro, quando Flávio Bolsonaro enfrenta Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Até lá, as campanhas buscam ampliar suas alianças e conquistar novos votos nos estados.