João Roma defende ampliar Bolsa Família e criar ponte para o emprego: “Queremos que as pessoas possam melhorar de vida”

Foto: Divulgação
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O candidato ao Senado João Roma (PL) defendeu, nesta terça-feira (8), durante sabatina da Rádio CBN Salvador, a ampliação dos programas sociais como Bolsa Família e a criação de mecanismos para que os beneficiários possam conquistar emprego e renda sem perder imediatamente a proteção do Estado.

Ex-ministro da Cidadania, Roma afirmou que pretende levar para o Senado a experiência que teve à frente dos programas sociais do governo federal. Para ele, o benefício precisa garantir apoio a quem mais precisa, mas também abrir caminho para que as famílias conquistem autonomia.

“Esta é a causa a que eu vou me dedicar no Senado da República: aperfeiçoar os programas sociais, fortalecer uma rede de suporte e de apoio para que a gente possa ter um Brasil de mãos dadas e viabilizar essas pessoas mais necessitadas, assim como fizemos com o Auxílio Brasil”, afirmou.

Uma das propostas defendidas por Roma é permitir que quem conseguir um emprego com carteira assinada continue protegido pelo programa social por até dois anos. A ideia é evitar que o medo de perder o benefício imediatamente se transforme em uma barreira para a entrada no mercado de trabalho. Ele também propõe um adicional de R$ 200 nesse período de transição.

“Queremos criar mecanismos para que as pessoas possam melhorar de vida, não simplesmente dar uma compensação”, destacou.

Roma afirmou que essa será uma das diferenças da sua atuação no Senado. Segundo ele, o papel dos programas sociais deve ser garantir proteção nos momentos de dificuldade e, ao mesmo tempo, oferecer condições para que o beneficiário avance.

“A função do Estado é promover o bem comum. É fazer com que esses benefícios cheguem aos brasileiros mais necessitados”, disse.

Auxílio Bahia e apoio às famílias

Durante a entrevista, Roma também voltou a defender a criação do Auxílio Bahia, benefício estadual de R$ 200 para famílias de baixa renda. A proposta, segundo ele, pode ser financiada com recursos do próprio Estado e complementar o apoio já oferecido pelo governo federal.

Roma lembrou que municípios baianos já adotam programas próprios de complementação de renda e citou Cruz das Almas, administrada pelo prefeito Ednaldo Ribeiro, como exemplo.

“Isso deixa claro que é possível fazer também com recursos do Estado um programa de transferência de renda”, afirmou.

O candidato também mencionou a proposta de ACM Neto de criar um benefício adicional ao Bolsa Família e defendeu que União, Estado e municípios atuem de forma complementar para ampliar a proteção às famílias mais vulneráveis.

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