O presidente do PL na Bahia, João Roma, criticou o que chamou de “terrorismo eleitoral” do PT contra o candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL). Em vídeo, o ex-ministro da Cidadania rebateu uma fake news espalhada pelo grupo político sobre uma suposta interrupção de investimentos da montadora BYD na Bahia caso Flávio seja eleito e defendeu que o debate se concentre nos problemas enfrentados pela população.
“O PT, no desespero, querendo vender medo para as pessoas. O verdadeiro medo do cidadão hoje é fazer as compras no supermercado e o dinheiro não dar, é andar nas ruas e perder a vida por causa de um celular”, afirmou.
Roma citou uma nota divulgada pela BYD esclarecendo que a empresa não havia solicitado reunião com autoridades para tratar dos investimentos na Bahia.
“A gente tem que lutar para trazer mais investimentos para a Bahia, e é isso que Flávio vai fazer para a Bahia e para o Nordeste”, declarou.
Segundo Roma, o compromisso com o estado foi reafirmado por Flávio durante uma reunião em Brasília, com a participação de ACM Neto. O dirigente do PL disse acreditar que uma eventual gestão do candidato vai ampliar investimentos, reduzir impostos e criar oportunidades para os baianos.
“Ele vai ser o melhor presidente para o Nordeste do Brasil e vai cuidar da nossa Bahia. Isso é o que ele me prometeu lá em Brasília”, disse.
Ex-ministro da Cidadania no governo Jair Bolsonaro, Roma também comparou os ataques atuais às fake news feitas pelo PT durante a gestão anterior sobre a continuidade dos programas sociais. Roma destacou que as previsões caluniosas de encerramento dos benefícios não se confirmaram, e o valor destinado às famílias foi ampliado.
“Diziam que Bolsonaro ia acabar o Bolsa Família. Nós mais do que triplicamos o valor e ajudamos de verdade na área social, para ajudar o cidadão necessitado”, afirmou.
Roma defendeu que a proteção social seja acompanhada de medidas que permitam às famílias conquistar melhores condições de vida. “Além da estrutura de suporte social, a gente vai dar oportunidade para que as pessoas possam, sim, melhorar de vida”, concluiu.