Gazo reúne trabalhadores da construção civil e discute geração de empregos em Itabuna

Foto: Divulgação
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O trabalhador e dirigente sindical Irailson Gazo participou de uma reunião com trabalhadores da construção civil de Itabuna, no Sul da Bahia, para ouvir as demandas da categoria e discutir propostas voltadas ao desenvolvimento da infraestrutura, geração de empregos e melhoria das condições de trabalho. O encontro ocorreu a convite dos próprios trabalhadores, que apresentaram preocupações sobre o futuro do setor e o desenvolvimento econômico da região.

Entre os principais temas debatidos estiveram a ampliação dos investimentos em infraestrutura, o fortalecimento da geração de empregos, a garantia de ambientes de trabalho mais seguros e adequados e a valorização salarial dos profissionais da construção civil. Para Gazo, a participação dos trabalhadores na formulação de políticas públicas é fundamental para que as medidas adotadas estejam alinhadas às necessidades de quem atua diretamente nos canteiros de obras.

“Não existe desenvolvimento sem investimento e não existe desenvolvimento justo sem valorizar quem constrói. São os trabalhadores que colocam a mão na massa, levantam prédios, estradas, escolas e tantas outras obras. Precisamos garantir que eles tenham melhores condições de trabalho, salários dignos e participação nas decisões que impactam suas vidas”, afirmou Gazo.

Durante a reunião, também foi destacada a importância dos projetos de infraestrutura para movimentar a economia, criar novas oportunidades de trabalho e contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população. Segundo Gazo, o diálogo direto com os profissionais permite transformar as demandas apresentadas nos canteiros em propostas concretas.

A agenda em Itabuna integra uma série de encontros que Gazo vem realizando com trabalhadores, lideranças e representantes de diferentes setores da sociedade baiana. A iniciativa busca conhecer as demandas de cada região e contribuir para a construção de uma agenda voltada à geração de emprego e renda, justiça social e valorização profissional.

“Quem trabalha precisa ser ouvido. E quem constrói a Bahia precisa também participar das decisões sobre os caminhos que a Bahia vai seguir”, reforçou Gazo.

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