“Flávio vai ser o presidente que vai projetar e proteger as mulheres brasileiras”, diz João Roma

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A participação feminina na elaboração de propostas econômicas e sociais da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) foi um dos argumentos usados pelo presidente do PL na Bahia, João Roma, para responder às críticas do PT sobre os direitos das mulheres. Em entrevista à CBN, nesta sexta-feira (9), o ex-ministro da Cidadania citou a atuação da economista Daniela Marques na equipe do candidato e defendeu que um eventual governo de Flávio priorize a segurança e a autonomia feminina.

“Flávio é um homem de família, pai de filhas meninas, assim como eu sou pai de Clarice, e assume um compromisso real com a valorização feminina”, declarou Roma.

O dirigente também destacou a atuação de Daniela Marques, que integra a equipe econômica da campanha. Segundo ele, ela participou da reestruturação dos programas de transferência de renda e presidiu a Caixa Econômica Federal, período em que, conforme Roma, foram desenvolvidas iniciativas voltadas ao acesso das mulheres ao crédito.

Segurança pública no centro do discurso

Ao rebater as críticas da campanha petista, Roma afirmou que a violência e a presença do crime organizado afetam especialmente as mulheres que vivem em áreas periféricas. O presidente estadual do PL responsabilizou o governo federal pelo que classificou como falta de enfrentamento adequado ao problema.

“A esquerda sustenta uma narrativa abstrata, mas na prática as mulheres são as principais vítimas da insegurança pública e do domínio do crime organizado que o governo federal se recusa a combater”, afirmou. A declaração expressa a avaliação política de Roma sobre a atuação do governo Lula.

Roma relembra programas sociais

Na entrevista, o ex-ministro também mencionou medidas de transferência de renda e ações destinadas a famílias em situação de vulnerabilidade. Entre os exemplos, citou a criação de uma pensão para mães de crianças com síndrome congênita associada ao vírus Zika.

Roma relacionou essas iniciativas à defesa de políticas sociais e argumentou que a proteção das mulheres deve ser tratada em conjunto com medidas de segurança pública e oportunidades econômicas.

Ao concluir sua manifestação, o dirigente afirmou: “Flávio será o presidente da segurança, do respeito e da ascensão das mulheres brasileiras”. A frase resume a defesa que Roma fez da candidatura, enquanto as críticas ao PT e ao governo federal permanecem como posicionamentos do dirigente partidário.

Compartilhe:

Siga a gente Instagram | Facebook | Twitter | Youtube

LEIA TAMBÉM

REDES SOCIAIS

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

error: Conteúdo protegido.