“A vitória vai vir do interior para a capital”, afirma Cacá Leão na reta final

Foto: Divulgação
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A estratégia de Cacá Leão (PP) para a disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados passou por uma ampla circulação pelo interior da Bahia. Na reta final da campanha, o candidato afirma ter ampliado sua presença política para além dos principais centros urbanos e aposta justamente nessa rede de articulação para influenciar o resultado nas urnas.

 

Durante encontro com apoiadores em Salvador, Cacá fez um balanço da campanha e destacou que não havia percorrido tantos municípios em uma eleição anterior. Segundo ele, foram mais de 120 cidades visitadas ou alcançadas diretamente durante a caminhada eleitoral.

 

“Eu nunca estive presente politicamente em tantos municípios como estou nessa eleição. São mais de 120 cidades onde tenho atuação direta.”

 

A aposta no interior aparece como um dos principais elementos do discurso do candidato. Cacá Leão avalia que a mobilização construída ao longo dos últimos meses poderá se refletir no desempenho eleitoral em Salvador, criando um movimento que, segundo sua própria projeção, partiria das cidades do interior em direção à capital.

 

“A vitória vai vir do interior para a capital.”

 

A declaração ocorre no último dia antes da votação, quando candidatos intensificam os contatos com suas bases e tentam transformar alianças políticas e presença territorial em votos. A Bahia tem 11.321.005 eleitores aptos a votar em 2026, distribuídos pelos 417 municípios do estado.

 

Críticas ao cenário atual

 

Ao fazer uma avaliação política da campanha, Cacá também retomou a eleição de 2022, quando disputou uma vaga ao Senado na chapa encabeçada por ACM Neto. O candidato afirmou que, apesar da derrota daquele grupo naquele pleito, decidiu permanecer no mesmo campo político pensando na continuidade do projeto.

 

“Quem perdeu aquela eleição não foi ACM Neto. Quem perdeu a eleição foi a Bahia, que escolheu errado naquele momento, e esses quatro anos responderam a essa pergunta.”

 

A fala foi acompanhada de críticas à situação da saúde pública estadual, especialmente em relação à regulação de pacientes. Cacá afirmou que recebe frequentemente pedidos de ajuda relacionados a pessoas que aguardam atendimento médico.

 

“Não tem um só dia que no meu telefone não toque com pedido do interior ou da capital, de alguém pedindo socorro.”

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